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Transtorno Desafiador Opositivo

O transtorno desafiador opositivo pode ser definido como um padrão persistente de comportamentos negativistas, hostis, desafiadores e desobedientes observados nas interações sociais da criança com adultos e figuras de autoridade de uma forma geral, como: pais, tios, avós e professores.
Os principais sintomas do transtorno desafiador opositivo são: perda freqüente da paciência, discussões com adultos, desafio e recusa a obedecer solicitações ou regras, perturbação e implicância com as pessoas, podendo responsabilizá-las por seus erros ou mau comportamento; se aborrece com facilidade e comumente apresenta-se enraivecido, irritado, ressentido, mostrando-se com rancor e com idéias de vingança.
Os sintomas aparecem em vários ambientes, entretanto é na sala de aula e em casa onde estes podem ser melhor observados e para o diagnóstico tais sintomas devem causar prejuízo significativo na vida social, acadêmica e ocupacional da criança ou adolescente, também é importante observar que no transtorno desafiador opositivo não há sérias violações de normas sociais ou direitos alheios, como ocorre no transtorno de conduta.
O desempenho escolar pode estar comprometido e reprovações escolares são freqüentes, pois não participam de atividades em grupo, recusam-se a pedir ou a aceitar ajuda dos professores e querem sempre solucionar seus problemas sozinhos.
Quando não tratado o transtorno desafiador opositivo pode evoluir para o transtorno de conduta na adolescência, fato que ocorre em até 75% dos casos de crianças com o diagnóstico inicial. Alguns autores consideram que o transtorno desafiador opositivo é um antecedente evolutivo do transtorno de conduta, que é caracterizado por sérias violações dos direitos alheios e normas sociais.
Dr. Gustavo Teixeira

Dicas aos Pais no Transtorno Desafiador Opositivo
•    Passe um tempo com seu filho diariamente
•    Converse com ele e realize atividades esportivas ou de lazer
•    Esportes coletivos (inclusive esportes de luta como judô, caratê e capoeira) auxiliam na socialização e na formação de conceitos como respeito e disciplina
•    Explique claramente regras e instruções
•    Proponha acordos e privilégios em caso de atitudes assertivas
•    Elogie atitudes positivas
•    Evite punições físicas (“Bater na criança” reforçará comportamentos agressivos contra outras crianças na escola, por exemplo)
•    Retire privilégios em casos de agressividade
•    Comunique-se com professores e coordenadores sempre que necessário
•    Realize passeios com toda a família (a integração familiar é essencial para auxiliar no manejo do transtorno)
Dr. Gustavo Henrique Teixeira

Fonte: http://www.comportamentoinfantil.com/dicasescola/tdo.htm



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